terça-feira, 21 de outubro de 2014

Quem é você, Alasca?



Quem é Você, Alasca? foi o primeiro livro do John Green que eu li, e foi a partir dele que eu fiz um intensivo dos livros do John Green. Pode-se dizer que eu gostei bastante desse livro, tipo muito. É aquele tipo de livro que você quer que o mundo leia para ser um lugar melhor, mas ao mesmo tempo você acha que nem todos são “dignos” o suficiente para ler tal obra de arte. O interessante desse livro é que ele consegue transmitir o que os personagens estão sentindo de uma maneira sutil e intensa. Se os personagens estão tristes e revoltados com o mundo você também fica e no inicio você não percebe que é por causa do livro. Conforme a historia se desenrola esse sentimento vai passando e é substituído por um tipo de tranqüilidade e aceitação assim como o dos personagens. Posso dizer que depois que eu terminei de ler esse livro eu fiquei provavelmente uma semana refletindo sobre os assuntos abordados no livro. É claro que o livro não é só reflexão, ele tem romance e também momentos muito engraçados. Os personagens estão em um internato e eles são conhecidos por fazer trotes entre os alunos e professores e eles são bons nisso, tão bons que eu fiquei com vontade de fazer alguma coisa no meu terceirão, mas ficou só na vontade. Enfim, eu achei esse livro incrível e se você já leu As Vantagens de Ser Invisível ou Os 13 Porquês e gostou, eu tenho certeza que você irá adorar Quem é Você, Alasca?.




JJ e a música do tempo


Primeiro fato importante: eu paguei 10 reais no meu livro. E foram os dez reais mais bem gastos. Eu, particularmente, sou apaixonada por música e é bem esse o foco do livro. Ele mistura duendes, mundos paralelos e magia, Ou seja, não tem mais o que querer. E a música acaba sendo o elo entre todos os temas tratados no livro. AHHHH, a cada capítulo, tem uma partitura de música no final, que se relaciona com a última parte da história contada. É um livro fácil e rápido (terminei em uma noite) e é muito bom se você quiser relaxar e dar um tempo em livros mais chatos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Luxo




Anna Godbersen conseguiu criar uma história que eu julgaria como perfeita em termos literários. Sua maneira de escrever e relatar o que se passa na mente das personagens é simplesmente incrível, ela mostra a personalidade forte de cada um, tornando o livro impossível de parar de ler. Em Intriga, as personagens se mostram cada vez mais maduros, Henry não pensa mais somente em si mesmo. Elizabeth mostra que não é uma simples garota frágil e Diana passa a compreender melhor o mundo real. Essa mudança no segundo livro da série faz com que o drama fique ainda mais presente e o leitor constantemente se pergunta o que vai acontecer. Esse é o tipo de livro que às vezes da vontade de abraçar, já outras você quer simplesmente rasgar alguma páginas dele e fingir que nada do que estava escrito realmente aconteceu. Enfim... Se eu for tentar explicar para alguém a história da série Luxo ele vai aparentar ser só algo bobinho, MAS NÃO É!



MEU DEUS, o livro mais maravilhoso que eu já li. Tudo bem, é uma típica história de romance, traições e daquela incansável luta pelo amor verdadeiro, MAS, CONTUDO, ENTRETANTO, as atitudes dos personagens ainda conseguem surpreender. E gente, passa em Manhattan, em 1899, e isso é incrível, porque mistura a cultura e os costumes do século 19. É o tipo de livro que você termina com a boca aberta e com o coração acelerado, querendo bater na protagonista e principalmente no autor (um sentimento bom, aliás).


sábado, 24 de maio de 2014

A Seleção

INCRÍVEL MAS SEI QUE NÃO VAI ACONTECER COMIGO (eu supero). Conta a história de 35 garotas que são selecionadas para serem a noiva do tão amado príncipe Maxon. América, a moça que conta a história, é apaixonada por Aspen (namora ele escondido) (REBELDE), um grande amigo. Mas aí o tal Aspen dispensa América por achar que não é bom o suficiente para ela... E então, uns dois dias depois, a foto dela aparece na TV como uma das selecionadas para disputar a coroa. O livro é legal e prende muito quando a gente está lendo, ele mostra um outro tipo de sociedade, com outras regras e culturas. Mostra o quanto as pessoas podem ser ruins para conquistarem aquilo que querem, ou o quanto podem se rebaixar para o mesmo. Mas mostra também o quanto se pode amar alguém e o risco que podemos correr pela pessoa. Uma história de realeza, intrigas e ambição, mas acima de tudo, uma história de amor. 

MARAVILHOSO. Honestamente, não sei por que gostei tanto deste livro. Acho que o li em um intervalo entre muitos livros para o vestibular, o que fez com que eu me apaixonasse por um daqueles romances feitos para vender como água. Acontece que a história lembra muito Jogos Vorazes, com os EUA em um futuro não muito distante divididos em distritos pobres com uma capital rica, na qual ocorre um reallity show usado para distrair as pessoas de se revoltarem. A diferença é um príncipe bonitão e não a sobrevivência como recompensa. A personagem principal é meio bobinha, mas se você gosta de romances que dão vontade de jogar o livro pela janela por saber que você nunca vai conhecer pessoas tão perfeitas, então esse é seu livro. Ah, lembrando que é uma trilogia mais um livro de contos.

Fios de Prata


Para quem leu Dragões de Éter, Fios de Prata é um pouco decepcionante. Apesar de seguir a mesma linha do incrível e místico, a história é consfusa e você tem que ter no mínimo uma noção de A Divina Comédia, de Dante Alighieri, e de quem é Sandman, além de outras referências que eu provavelmente não captei. De qualquer maneira, o final do livro faz valer a pena todas as voltas que a história dá. O que eu mais gostei foi o fato de as personagens principais serem brasileiras, com carreiras brilhantes no mundo dos esportes e que participam de campeonatos pelo mundo. Acho que isto é uma característica do Raphael Draccon: fugir das personagens chatas estereotipadas pela maioria dos escritores brasileiros da atualidade. Vale a pena ser lido! Só reforçando: se você pretende ler Dragões de Éter, leia Fios de Prata antes. Assim, a magia flui em ordem crescente.

Gossip Girl



Eis a interminável série de livros que não tem absolutamente nada a ver com a série da TV. Gossip Girl foi o primeiro livro grande (mais de 200 páginas) que li. Eu tinha uns dez anos e foi bem chocante na época por, logo de cara, tratar de assuntos polêmicos (sexo, maconha, bulimia) com uma frequência não muito normal para uma criança. A coleção principal tem onze livros, com muitas personagens e cada uma com várias histórias. O legal é que cada livro tem seus próprios acontecimentos, não sendo necessário ler o livro seguinte para entendê-los. Mas é preciso ler na ordem: não adianta pular porque vira uma confusão de personagens e problemas. Ler a coleção contribuiu no meu aprendizado de marcas chiques e famosas sem que eu precisasse me esforçar muito, de tanto que a autora gosta de descrições minuciosas das vestimentas. Se você resolver ler, prepare-se para uma vontade tremenda de morar em NYC, ter uma casa nos Hamptons, ser podre de rico e lindo. xoxo (óbvio)

Fortaleza Digital

Muito. Chato. Desculpem-me os amantes de Dan Brown, mas achei este livro insuportável. A história toda se passa em apenas um dia e, para mim, é impossível ler em pouco tempo algo que não me prenda. Por isso, a leitura acabou ficando quebrada, já que eu esquecia dos acontecimentos passados toda vez que retomava a leitura. Também, o livro é cheio de clichês para dar aquela sensação de "o que será que vai acontecer?", do tipo acabar todos os capítulos com uma frase de efeito. Sei lá, tem gente que amou. Eu detestei e só recomendaria porque ele dá uma noção do que é criptografia e de como funciona a NSA, a organização americana responsável por aquele rebu de espionagem. Edward Snowden e Obama ririam muito se lessem esse livro.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Fora da Lei


Comprei esse livro sem nem saber direito sobre o que se tratava e, mais uma vez, tive sorte. É uma espécie de relato de um senhor que, na juventude, fez parte do bando de Robin Hood. O incrível é que não é no estilo Disney de ser, mas sim bem sanguinário e parcialmente sexual (apesar de eu gostar muito de coisas estilo Disney de ser). Tem bastantes partes relacionadas à estratégia de guerra e é um livro recomendável a pessoas que não curtem muito princesas e coisas fofas.

sábado, 18 de janeiro de 2014

A Menina Que Não Sabia Ler



O thriller mais inteligente que já li. Devo ter levado um ou dois dias para terminar a leitura, de tão viciante que ele é. A personagem principal é intrigante e surpreendente, do começo ao fim. Prepare-se para um livro que me deixou em alerta por algumas noites e que, até hoje, brinca com meu subconsciente.




Aterrorizante. Essa foi a palavra que ficou na minha cabeça depois de terminar o livro. Dentre as centenas que já tive o prazer de ler, A menina que não sabia ler me deixou realmente assustada e impressionada. Além de ficar presa à história, a cada capítulo é um novo BUM na sua cabeça. Se você gosta de histórias que te façam perder o sono então meus parabéns, você acaba de achar o livro perfeito.